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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Até podería..

Até poderia ser diferente..


..mas não foi.....................................




 

sábado, 6 de julho de 2013

Sermos Nós Mesmos

"Não somos apenas o que pensamos ser.
Somos mais: somos também o que lembramos e aquilo de que nos esquecemos; somos as palavras que trocamos, os enganos que cometemos, os impulsos a que cedemos “sem querer”."


Sigmund Freud

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Sensibilidade, palavras e atitudes..

E para hoje, a regra básica de Maíra Cintra.                      
“Mantenha o respeito, por si e pelo próximo. Não machuque, não invada a privacidade, não desconsidere nenhuma opinião, não aceite migalhas, não implore afecto. Tenha sensibilidade nos olhos, força nas palavras e confiança nas atitudes. Não ignore, apenas deixe passar. A gente vence aos poucos, não adianta se desesperar."

sábado, 6 de abril de 2013

quarta-feira, 2 de junho de 2010

NO SILÊNCIO..

No silêncio do coração, acordamos, crescemos como seres humanos e percebemos a dicotomia dos opostos: no silêncio da dor encontramos o amor; no silêncio das lágrimas encontramos a alegria; no silêncio da vida encontramos um sentido!!!

No silêncio, percebemos que não estamos sós. No silêncio das palavras, encontramos amor, imenso amor para dar...
No silêncio do olhar expressamos dor, alegria, felicidade, infelicidade, sofrimento... Queremos dizer mais mas as palavras, algumas vezes, perdem-se nos confins de algo...
No silêncio das palavras, as pessoas olham em redor e desencantam-se: como é possível ninguém pensar como nós? Amar como nós?

No silêncio do coração... encontramos a paz interior e o amor, aprendemos a estar sós, sem sentir solidão!
No silêncio do coração... nós somos nós!!

domingo, 30 de maio de 2010

..NO FIM..

“O amor é um bem invisível, que encontra a sua própria jornada através das nossas vidas, e a única essência de amor que conservamos e aprendemos é o amor que estamos preparados para abandonar, desistindo dele.”


Os relacionamentos terminam quando já não nos sentimos mais ligados a essa pessoa.
Quando isto acontece, sentimo-nos tristes, desolados, sem vontade para muito, numa fase de fim,… Mas isto, não é necessariamente negativo: pode simplesmente significar que o relacionamento cumpriu o seu destino. Afinal, nem todos os relacionamentos são para durar toda a vida. Pode acontecer que já tenhamos partilhado e trazido um ao outro tudo o que era necessário..

Mas como é que se sabe o tempo para terminar? Como é que se sabe quando é a altura de tentar de novo?
Creio que a chave para se saber se vale a pena tentar resolver as coisas, ou não, é reconhecer o que realmente queremos criar e oferecer um ao outro. É construtivo, destrutivo, ou apenas uma mera falta de atenção?
Se o modo de pensar um no outro é essencialmente construtivo, se ainda há respeito e amor, então vale a pena continuar a tentar..

Mas, então quando é a altura de desistir?
Mesmo quando sabemos que um relacionamento cumpriu o seu curso, pode ser penoso e difícil desistir.. e por vezes aceitar ou conseguir-se ligar a outra pessoa.
Então é momento de parar e analisar se esse relacionamento está a ser construtivo ou destrutivo. Quando é destrutivo, é tempo de desistir.
A dor, a mágoa e a culpa envolvidas numa ruptura podem, por vezes, ensombrar tudo o que fazemos e sentimos. Quando tentamos continuar numa relação que terminou, parece que só nos cria problemas de saúde, vidas turbulentas,.. muito mais dor..

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

...contar-te...

Eu podia contar-te as minhas aventuras, a começar esta manhã.
Pelo menos sabia quem era quando me levantei esta manhã, mas acho que devo ter sido mudada várias vezes desde então...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

...Nosso caminho...

“A vida não é um corredor direito e fácil de percorrer
no qual possamos caminhar livremente e sem limitações,
mas sim um labirinto com diversas passagens,
através das quais temos de procurar o nosso caminho,
perdidos e confusos, em que de quando em vez
acabamos por ir dar a um beco sem saída.

Mas, se tivermos fé,
Deus abrir-nos-á, sempre, uma porta,
talvez não aquela que nós próprios tenhamos planeado,
mas uma que, na sua essência,
provará ser boa para nós.”

(A.J. Cronin)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Navegue


Navegue, descubra tesouros, mas não os tire do fundo do mar, o lugar deles é lá.
Admire a Lua, sonhe com ela, mas não queira trazê-la para a terra.
Curta o Sol, deixe-se acariciar por ele, mas lembre-se que o seu calor é para todos.
Sonhe com as estrelas, apenas sonhe, elas só podem brilhar no céu.
Não tente deter o vento, ele precisa correr por toda a parte, ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.
Não apare a chuva, ela quer cair e molhar muitos rostos, não pode molhar só o seu.
As lágrimas? Não as seque, elas precisam correr na minha, na sua, em todas as faces.
O sorriso! Esse deves segurar, não o deixes ir embora, agarra-o!
Quem amas? Guarda dentro de um porta-jóias, tranca, perde a chave!
Quem amas é a maior jóia que possuis, a mais valiosa.
Não importa se a estação do ano muda, se o século vira, se o milénio é outro, se a idade aumenta...
Conserva a vontade de viver, não se chega à parte alguma sem ela.
Abra todas as janelas que encontrares e as portas também.
Persegue um sonho, mas não o deixes viver sozinho.
Alimenta a tua alma com amor, cura as tuas feridas com carinho.
Descobre-te todos os dias, deixa-te levar pelas vontades, mas não enlouqueças por elas.
Procura, procura sempre o fim de uma história, seja ela qual for.
Dá um sorriso para quem esqueceu como se faz isso.
Acelera os teus pensamentos, mas não permitas que eles te consumam.
Olha para o lado, alguém precisa de ti.
Abastece o teu coração de fé, não a percas nunca.
Mergulha de cabeça nos teus desejos e satisfá-los.
Mortifique-se de dor por um amigo, só saia dessa agonia se conseguir tirá-lo também.
Procura os teus caminhos, mas não magoes ninguém nessa procura.
Arrepende-te, volta atrás, pede perdão!!
Não te acostumes com o que não te faz feliz, revolta-te quando julgares necessário.
Alarga o teu coração de esperanças, mas não deixes que ele se afogue nelas.
Se achares que precisas voltar, volta!
Se perceberes que deves seguir, segue!
Se estiver tudo errado começa novamente.
Se estiver tudo certo continua.
Se sentires saudades mata-a.
Se perderes um amor, não te percas!
Se achare-lo, segura-o!
Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
O MAIS É NADA!
SÊ FELIZ!

(Fernando Pessoa)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Recomeçar

Cada dia que vivemos deve ser melhor que o anterior. Deve ser um recomeçar. Recomeçar deixando caminhos velhos, deixando atitudes negativas, deixando hábitos egoístas e prejudiciais, para recomeçar caminhos de beleza, de solidariedade, caminhos floridos de bem-estar.
Cada dia irrepetível será uma nova criação de simplicidade e beleza moral.
Vai ajudar-nos a reflectir este poema de Fernanda de Castro, referente a um costume de algumas terras na última noite do ano.
“Ontem, à meia-noite, a minha rua
Abriu de par em par as portas e as janelas,
Cacos, farrapos, latas e panelas.
Era a primeira hora
Do ano que chegava.
E eu pensei: Que posso eu deitar fora?
Ah, senhor, tanta coisa!
Nem cacos nem farrapos,
Nem latas velhas nem trapos,
Mas tanta dor,
Senhor,
Mal empregada.
Tantos gestos errados,
E as pequenas traições
E os pequenos pecados.

As palavras que ferem como gumes
De afiadas adagas.
Ressentimentos, azedumes
Que Te fazem sangrar as Cinco Chagas.

Egoísmo sem fim
e os altos muros das torres de marfim.
Descrença,
indiferença, despeitos recalcados,
amassados com ódios, com rancor,
e o amargo sabor
da solidão.
Ah, Senhor, nesta hora de perdão,
nesta primeira hora,
quantas coisas podemos deitar fora.”

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Não sei,
Se a vida é curta ou longa demais para nós,
Mas sei,

Que nada do que vivemos tem sentido,
Se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira,
Pura...
Enquanto durar...

(Anónimo)

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

A Tábua e os Pregos

Nem sempre temos presente que as agressões de palavras são por vezes mais dolorosas e graves que agressões físicas. E que deixam cicatrizes na pessoa magoada ou ferida.

“Havia um rapazinho de temperamento áspero, que se irritava e magoava as pessoas com palavras de má criação.
Seu pai, desgostoso, quis mostrar ao filho as consequências desse temperamento irritável. Deu-lhe um saco de pregos e uma tábua lisa e ordenou-lhe que sempre que tivesse uma atitude de impaciência, pregasse um prego naquela tábua.
O rapazinho começou então a executar o que o pai determinara. Pregou um prego, dois pregos, três pregos, até que chegou a pregar 30 pregos num dia.
Verificou que a sua irritação era grande. Começou a controlar-se, a dominar o seu mau génio, e a pregar menos pregos até ao dia em que não pregou prego nenhum, porque não foi grosseiro com ninguém.
Falou com o pai, mostrando-lhe a sua satisfação por ter conseguido corrigir aquele defeito. O pai mandou-o arrancar todos os pregos e trazer-lhe em seguida a tábua. E disse: Filho, vê como a tábua está marcada pelos pregos. Nunca mais será uma tábua como era antes.
Quando feres as pessoas com tuas palavras agressivas, machucas as pessoas, como os pregos na tábua. Podes pedir mil vezes desculpa e perdão, mas as cicatrizes ficam. Há palavras que ferem mais profundamente que algumas agressões físicas...”

terça-feira, 26 de agosto de 2008

"Difficult Conversations"...

Ontem houve uma situação... servia perfeitamente como exemplo nestes três tipos de “difficult conversations”...
- A Conversação “o que Aconteceu?". A maioria das conversações difíceis envolve discordância sobre o que aconteceu ou o que deveria ter acontecido. Quem disse isso e quem fez aquilo? Quem está certo, quem quis dizer que, e quem é culpado? Quem lutou contra ambos assuntos, em voz alta ou interiormente? A situação precisa ser reanalisada? Quem está a tentar intimidar quem? Quem deveria ter assumido o erro?
- A Conversação de Sentimentos. Toda conversação difícil também pergunta e responde perguntas sobre sentimentos. Os meus sentimentos são válidos? Apropriados? Eu deveria reconhecer ou os deveria negar, deveria colocá-los na mesa ou os deveria reanalisar? O que faço eu sobre os sentimentos da outra pessoa? O que faço se eles estiverem aborrecidos ou feridos? Alguns pensamentos são cobertos de lixo com sentimentos. Por exemplo, "isto é o obrigado que eu recebo?! " são sinais que magoam e enfurecem, e "eu estou debaixo de uma tremenda pressão" revela ansiedade. Estes sentimentos não são endereçados diretamente a alguém numa conversação, mas eles, de qualquer maneira, saem cá de dentro.
- A Conversação de Identidade. Esta é a conversação que cada um de nós tem connosco mesmos sobre o que esta situação significa para nós. Nós administramos um debate interno à volta de se somos competentes ou incompetentes, se somos uma pessoa boa ou ruim, se somos merecedores de amor ou desamor. Que impacto poderia ter na nossa própria imagem e auto-estima, no nosso futuro e nosso bem-estar? As nossas respostas para estas perguntas determinam em grande parte se nós nos sentimos "equilibrados" durante a conversação, ou se nos sentimos “abstraídos” e ansiosos. Em algumas conversações, alguém está a lutar com o senso que viu ser incompetente, o que faz com que se sinta menos equilibrado. E o outro está a tentar saber se o outro agiu de forma totalmente insensata.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

O movimento de Sarah

(...)
Apenas uma pessoa estava sentada na quinta fileira de um grupo de cadeiras dobráveis, quando entrei naquele salão meio escuro às dez para as duas. Ela se identificou como sendo Sarah. Conversamos um pouco e, convidei-a para ir mais para frente e sentar-se próximo das primeiras filas. Sarah manteve-se em seu lugar. “Eu sempre sento aqui”, disse-me. Eu a provoquei um pouco: “Quem sabe Sarah, se você trocar de lugar talvez algo de novo aconteça hoje.”
Sarah aceitou o desafio. “Você está maluco? Na minha idade? Eu tenho oitenta e três anos!” Nesta hora ela já estava de pé e, como se fosse para provar que eu estava errado, ela se moveu da quinta para a quarta fileira. Rapidamente passei a considerar a possibilidade de ninguém mais aparecer, e eu que havia colocado de lado tantas tarefas prementes, para falar apenas para Sarah, mas, aos poucos, as demais cadeiras se preencheram. Um pouco depois das duas, um grupo de tamanho razoável já estava pronto para a palestra. Sarah, tudo indicava, não era de forma alguma a mais velha; um dos presentes tinha 103 anos. O tema era “Novas Possibilidades”.

(...)
Quase caindo para trás, confessei que no início do dia, havia me feito exactamente a mesma pergunta. “Mas muita coisa havia acontecido desde então...”, comecei a explicar. Procurei por palavras que exprimissem o intenso envolvimento, a excitação e a paz que eu sentia naquele momento. Meus olhos pousaram sobre Sarah. “quando entrei aqui, Sarah estava na quinta fileira, e agora está na quarta!” Então Sarah levantou o dedo indicador e gritou: “Você ainda não viu nada! Estou apenas começando!” Começamos todos a aplaudir, e aplaudimos, e aplaudimos. Os aplausos foram muito além de aplaudirem Sarah. Estávamos aplaudindo a alegria de estarmos vivos.

Quando saí daquele salão, o relógio marcava dez para as quatro. Eu andava sobre as nuvens, e tinha tempo para tudo. Toda a experiência fora de uma radiante possibilidade.

Mais tarde, lembrei-me de uma parábola que meu pai costumava nos contar para explicar nossa limitada capacidade de compreender a natureza das bênçãos que o universo guarda para nós.

Quatro homens estavam sentados ao lado de seu moribundo pai. O venho homem, com seu último suspiro, contou-lhes que havia um imenso tesouro enterrado nas terras da família. Os filhos se agruparam ao seu redor gritando: “Onde, onde?”, mas já era tarde. No dia seguinte ao funeral e por muitos outros dias, os jovens saíram com suas pás e picaretas e reviraram o solo, escavando fundo o terreno de uma ponta a outra. Não acharam nada, amargamente decepcionados, eles desistiram da busca.
Na estação seguinte, a fazenda teve a melhor colheita de todos os tempos.

Como ondas num lago

Agora sou capaz de usar a possibilidade que todos os meus actos possuem e afectar o mundo para me comunicar com as pessoas de tal forma, que uma onda de inspiração e felicidade possa fluir por todo o mundo. Agora sei que a música não diz respeito a dedos, arcos ou cordas, é muito mais uma vibração que une todos os seres humanos, como uma emoção. É meu trabalho e ambição manter esta invisível, e de fácil corte, linha da vida livre e mantida em todas as fases da vida...

Nomear-se e aos demais como contribuintes produz uma mudança a partir do autoconhecimento e nos engaja num relacionamento com os outros, que é um campo, onde se faz a diferença. Recompensas no jogo da contribuição são profundas e duradouras, embora menos previsíveis do que o trio dinheiro, fama e poder, que advém ao ganhador do jogo do sucesso. Você nunca saberá o que eles são ou de onde vieram.

Duas Gerações de Generosidade

Quando se joga o jogo da contribuição, não é apenas um único indivíduo que é transformado. A transformação ultrapassa as fronteiras da identidade e dos bens que formam a arquitectura do modelo mensurável, remodelando o padrão fixo de escassez em um vasto leque de abundância.

O jogo da hora do jantar

(...) “um jogo chamado Eu sou uma contribuição.
Diferente de sucesso e fracasso, contribuição não possui a outra face.
Simultaneamente, descobri que a imponente pergunta “Isso chega?” e a outra mais imponente ainda, “Sou amado por quem sou, ou pelo que realizei?” podem ser, ambas substituídas por uma alegre pergunta: “Como serei uma contribuição hoje?”

No jogo da contribuição você acorda todos os dias e aquece-se com a idéia de que você é um presente para os outros.
Nesse novo jogo, não é que desapareça o problema da sua posição, ou quanto importante você é ou o quanto você espera ganhar. Mas, só por um momento, estas preocupações são rapidamente colocadas em uma caixa com outro nome, onde a vida trabalha sob um conjunto diferente de regras.
Quando, nos referimos às várias actividades da vida como sendo um “jogo”, não queremos que isto signifique que estas actividades sejam frívolas ou que não têm importância. Estamos simplesmente assimilando o facto de que qualquer modelo aceito para se fazer algo, implicitamente vem com um conjunto de regras, e que estas regras governam nosso comportamento, assim como as regras de beisebol governam os movimentos dos jogadores no campo.

O propósito de descrever, digamos, sua vida profissional ou sua tradição familiar como um jogo é duplo. Você instantaneamente se muda do contexto da sobrevivência para o da oportunidade de crescimento. Também possui a chance de imaginar outros tipos de jogos que prefira para jogar nesses cenários. Nomear suas actividades como um jogo, quebra o controle delas sobre você e coloca-o no poder.

Olhe carinhosamente a tampa da caixa, e se as regras não amenizarem sua vida, deixe esta caixa de lado, pegue uma outra de que goste e jogue um novo jogo apaixonadamente. Lembre-se, é tudo invenção.

Prática#4 - Seja uma contribuição

Caminhando pela praia, um homem notou uma jovem que parecia se dedicar a algo como um ritual de dança. Ela se abaixava, depois aprumava-se traçando um arco com seu braço. Aproximando-se, ele viu que a areia em torno dela estava repleta de estrelas-do-mar, e ela as estava jogando, uma por uma, de volta ao oceano. Gentilmente brincou com ela: “Existem estrelas-do-mar encalhadas até onde a vista alcança, por quilómetros de praia. Que diferença faz salvar umas poucas delas?” Sorrindo, ela se abaixou e mais uma vez arremessou outra estrela-do-mar sobre a água, dizendo com serenidade: “Certamente isso faz diferença para esta aqui.”