Inspirado em alguém, acabei por criar o meu blog. Algo que antes jamais me atrevera a fazer – partilhar o que escrevo “não sei com quem”... Mas o tempo passa veloz e quer levar consigo histórias para contar... Preciso escrevê-las!
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
O Que Tem Que Ser Guardado..
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
domingo, 20 de fevereiro de 2011
20Fev2011/ Domingo/ 06:18
Uma música conhecida começou a tocar. Aquele som fazia-me recordar um rosto.. Senti alguém a tocar-me na mão. Olhei na direcção da mão e de seguida para a cara de quem me tocava. Li nos lábios um convite para dançar. Levou-me para o meio da pista e numa passada lenta de kizomba-romântico dançamos 3 músicas seguidas.
Afastamo-nos para lados opostos da sala. O jogo de luzes ocupava o espaço entre nós e os nossos olhares não largaram um ao outro toda a noite.
Afastamo-nos para lados opostos da sala. O jogo de luzes ocupava o espaço entre nós e os nossos olhares não largaram um ao outro toda a noite.
Eu estava já na porta principal, a sair da festa.. Havia uma confusão, perto. Eu queria passar, mas ouvia garrafas a partirem-se e gritos e barulho de luta. Contornei a confusão e comecei a correr na direcção do meu carro. Nesse momento começou a chover, como se tivessem aberto uma torneira por cima de mim. O meu vestido branco ficou todo molhado e colava-me no corpo, dificultando-me a correr.
Foi quando de repente senti uma mão a agarrar-me o braço e a fazer-me parar. Olhei e reconheci aquele rosto, aquele olhar, aquele beijo..
O barulho da chuva era intenso. Um relâmpago iluminou tudo! E eu despertei.. Estava a chover fora dos meus sonhos também.. Parecia que a chuva caía aqui dentro no meu quarto. Fui até a janela. Vi a água a tocar no asfalto, e esse toque era tão forte que a água parecia tornar-se branca.
Quando o Sol nasceu, a chuva já tinha ido e todos os sonhos também.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
16022011/ Quarta-feira/ 11:23
Escritório.. carros.. estradas molhadas.. chuva.. árvores agitadas.. verde e cinzento..
Tantas coisas na minha mente.. Tantos pensamentos e tantas lembranças.. Tantas palavras e tantos momentos..
Uma trovoada rugiu.. e algo me lembrou um sítio com muita chuva, água a escorrer pela estrada inclinada, e o barulho da água no telhado e nas janelas de alumínio.. Era Sábado, as minhas malas estavam prontas porque eu partia nessa tarde..
“Não chores, por favor!! Não.. não quero que te vás embora assim.. Fica.. não vás..”
“Thank you for staying..” – disse-me com um sorriso nos olhos enqto me acariciava o rosto e me puxava para um beijo de leve. “Thank you for making me stay..” – sussurrei depois do beijo.
Tantas coisas na minha mente.. Tantos pensamentos e tantas lembranças.. Tantas palavras e tantos momentos..
Uma trovoada rugiu.. e algo me lembrou um sítio com muita chuva, água a escorrer pela estrada inclinada, e o barulho da água no telhado e nas janelas de alumínio.. Era Sábado, as minhas malas estavam prontas porque eu partia nessa tarde..
“Não chores, por favor!! Não.. não quero que te vás embora assim.. Fica.. não vás..”
“Thank you for staying..” – disse-me com um sorriso nos olhos enqto me acariciava o rosto e me puxava para um beijo de leve. “Thank you for making me stay..” – sussurrei depois do beijo.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
So Yesterday
I gave you the benefit of the doubt
'Til you showed me what you were about
Your true colors came out
And your words couldn't hide the sin
'Cause the truth about where you been
Is in a fragrance I can't recognize
Just standing there, scratching your head
Bloodshot eyes, drunk with regret
Hanging yourself ten feet over the edge
I'm done with this, feeling like an idiot
Loving you, I'm over it
I just don't love you, don't love you no more
You, you are so yesterday
Never thought you'd lose my love this way
Now you come begging me to stay
See you, you are so yesterday
I won't let you rain on my parade
I don't wanna hear a thing you say
You're so yesterday
Baby, what you're saying to me is
There's no more you and I
I couldn't get it right on yesterday
So kiss our tomorrows goodbye
Baby, love should brought me home
Should've just been a man about it
But now I'm crying like a baby
Girl, your love was like my blanket
Don't know what to do without it
I'm standing here, pleading my case
You don't care to hear what I say
Hanging yourself ten feet over the edge
My promises don't mean nothing
The end is so disgusting
I just don't love you, don't love you no more
You, you are so yesterday
Never thought you'd lose my love this way
Now you come begging me to stay
Honey, you, you are so yesterday
I won't let you rain on my parade
I don't wanna hear a thing you say, so yesterday
And now you wanna reminisce
Say you wanna try again
It started with a little kiss
But we can't even be friends
No, no, now I never wanna see you
Never wanna feel you, never wanna hear you
I don't love you, don't need you
Can't stand you no more
You, you are so yesterday
Never thought you'd lose my love this way
Now you come begging me to stay
You, you are so yesterday
I won't let you rain on my parade
Don't wanna hear a thing you say
So yesterday, so yesterday
So yesterday, so yesterday
You are so yesterday!...
(Tony Braxton & Trey Songz)
'Til you showed me what you were about
Your true colors came out
And your words couldn't hide the sin
'Cause the truth about where you been
Is in a fragrance I can't recognize
Just standing there, scratching your head
Bloodshot eyes, drunk with regret
Hanging yourself ten feet over the edge
I'm done with this, feeling like an idiot
Loving you, I'm over it
I just don't love you, don't love you no more
You, you are so yesterday
Never thought you'd lose my love this way
Now you come begging me to stay
See you, you are so yesterday
I won't let you rain on my parade
I don't wanna hear a thing you say
You're so yesterday
Baby, what you're saying to me is
There's no more you and I
I couldn't get it right on yesterday
So kiss our tomorrows goodbye
Baby, love should brought me home
Should've just been a man about it
But now I'm crying like a baby
Girl, your love was like my blanket
Don't know what to do without it
I'm standing here, pleading my case
You don't care to hear what I say
Hanging yourself ten feet over the edge
My promises don't mean nothing
The end is so disgusting
I just don't love you, don't love you no more
You, you are so yesterday
Never thought you'd lose my love this way
Now you come begging me to stay
Honey, you, you are so yesterday
I won't let you rain on my parade
I don't wanna hear a thing you say, so yesterday
And now you wanna reminisce
Say you wanna try again
It started with a little kiss
But we can't even be friends
No, no, now I never wanna see you
Never wanna feel you, never wanna hear you
I don't love you, don't need you
Can't stand you no more
You, you are so yesterday
Never thought you'd lose my love this way
Now you come begging me to stay
You, you are so yesterday
I won't let you rain on my parade
Don't wanna hear a thing you say
So yesterday, so yesterday
So yesterday, so yesterday
You are so yesterday!...
(Tony Braxton & Trey Songz)
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
MANHÃ ESTRANHA..
Manhã estranha esta. Cheia de pensamentos flutuantes que não consigo ainda coordenar.
Cheia de chuva. Preparou-se especialmente para combinar com meu ânimo melancólico.
Deveria ser um dia especial.. Como todos os 17.. Pensamentos soltos, vindos do presente e do passado.
Amanheço como um gato. Silencioso e quieto. Ando surdamente pelos quatro cantos da casa. As janelas atraem-me. A chuva canta lá fora, rebate nas árvores e cai quente dentro de mim..
Cheia de chuva. Preparou-se especialmente para combinar com meu ânimo melancólico.
Deveria ser um dia especial.. Como todos os 17.. Pensamentos soltos, vindos do presente e do passado.
Amanheço como um gato. Silencioso e quieto. Ando surdamente pelos quatro cantos da casa. As janelas atraem-me. A chuva canta lá fora, rebate nas árvores e cai quente dentro de mim..
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Setembro...
"Entrei para o quartinho de bebé com ele nos braços. Ele estava cheínho de fome... Assim que encostei o peito, ele abriu a boquinha e com a mãozinha pequenina agarrou o meu peito. Não existe coisa mais ternurenta que ver um bebé mamar.
Fazia um esforço enorme para abrir os olhinhos. Pestanejou duas vezes. Finalmente abriu o olhos e fitou-me... Parecia que falava com os olhos. Um olhar cheio de ternura. Eu sorri e fiz-lhe uma festinha no cabelinho liso.
Fazia uma semana que meu bebé havia nascido e todos tinham vindo almoçar cá a casa... Era dia 17 de Setembro de 2002."
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Carta ao...
"Ainda estou atordoado.
Conflito necessário, cócegas, porquês e afins. É barata a minha animosidade, porém doce é a ilusão de sublimar o teu afeto, e de tantas ressalvas e vorazes vontades morreu só a saudade num boteco na praia do meio. O andar descalço, por pontes, aparatos, a destreza desviando-me do sol, de um punhado de carros num domingo que não deveria acabar. E só o reencontro perduraria dispondo-se controverso para beijos antes planejados numa cumplicidade velada. Sabes que pode ser trejeito, ou vontade e loucura apinhando nos meus bolsos repletos de chicletes e cigarros para maquiar a ansiedade.
Solicitei a presença da ventura para encarar meus amuletos, para tanto, não tive má sorte, salvei-me dos infortúnios num dia chuvoso (aliás, nosso sempre, né?!), pois ganhei companhia por toda a viagem, voltei, mas tenho os meus contratempos, quisera eu ficar, e ter enaltecido na memória mais um caminhar, levemente bêbedos por um caminho que não levasse a lugar algum, nem Guarapari, Anchieta ou Ecoporanga.
Abarquei um dia e meio de amarguras, guardando possibilidades e tais amenidades que poderia lhe contar por mais um dia, e dizer depois que se quisesse poderia dormir no meu colo. Ou cantar-te uma canção ao ouvido e abraçar, nos entrelaçando, sem precisar saber, já que ter razão não importa mais! Tenho os meus devaneios de lembrar, e mais aparatos, músicas, livros, cheiro e lembranças, que eu espero, não ficarão empoeiradas.
Ainda teremos dias felizes?
Em relvas esverdeadas. Que haja um sol tão bonito, um rio tão limpo e mais metáforas de paz, que só haveria lágrimas pra consolar o riso numa noite que seria tão longa que mal daria tempo pra ficar acordados. Teríamos vinis de jazz e bossa nova e sambas pra não contar mais, vinho do porto e amigos pra convidar... Mostraríamos meus poemas novos que acabei de escrever pra você e sorrindo sem graça você diria a eles que sou bobo. Eu nunca mais ficaria triste, e você não teria vergonha em me contar os seus segredos.
Estou aqui, me rindo, imaginando conexões cósmicas e conspirações e ruas em praças distantes, horas e horas pra fazer muitos carinhos, beijos rompendo dias para não haver mais esquecimento.
Saudade é nome de lembrança boa..."
(George Saraiva)
domingo, 13 de julho de 2008
Em S.Braz...

Fim de semana diferente. Grupo: Família. Programa: acampamento em S.Braz, pescarias, fotos e muito churrasco.
A partida de Luanda foi as 12h00. Depois de conseguirmos sair de casa e fugirmos o trânsito por caminhos alternativos finalmente conseguimos passar o control da polícia no Km17 e aí sim foi “abrir” durante 2h.
A camaradagem na estrada é bem destacável. Diferentes grupos vão juntando-se na estrada e o grupo que melhor conhece a estrada vai a frente para comunicar (com intermitentes e piscas) aos restantes, os possíveis perigos nas estradas (buracos na estrada, curvas acentuadas, viaturas avariadas nas estradas, etc). Hahaha – para não falar das comunicações por Walkie Talkies entre o nosso grupo.
Quando chegamos ao desvio para S.Braz, a maioria das crianças já estava a dormir com o rodar dos carros.
Finalmente montamos o acampamento e o Calulu de Peixe foi servido logo de seguida. Hummmm... melhor que isto não há! Boa comida, sol e praia...
Ao fim do dia as crianças ocuparam-se a apanhar galhos para a fogueira para depois do jantar. A ansiedade foi grande. Parecia noite de Natal em que esperavam acabar a ceia para abrirem os presentes.
À noite estava fresca. Sensação agradável dentro da tenda. Ouvia-se o rebentar das ondas. O vento levantava a areia que batia de leve nas paredes da tenda parecendo chocalhinhos.
De manhã cedo, – não me perguntem que horas eram!! – o dia mal tinha clareado,... momentos únicos para fotos.
Foram duas noites seguidas no acampamento. Ao fim da manhã do segundo dia, as 11 menos 20, começamos a levantar o acampamento. As 13H12 foi a hora da nossa partida.
... connosco, a vontade de repetir este fim de semana...
A partida de Luanda foi as 12h00. Depois de conseguirmos sair de casa e fugirmos o trânsito por caminhos alternativos finalmente conseguimos passar o control da polícia no Km17 e aí sim foi “abrir” durante 2h.
A camaradagem na estrada é bem destacável. Diferentes grupos vão juntando-se na estrada e o grupo que melhor conhece a estrada vai a frente para comunicar (com intermitentes e piscas) aos restantes, os possíveis perigos nas estradas (buracos na estrada, curvas acentuadas, viaturas avariadas nas estradas, etc). Hahaha – para não falar das comunicações por Walkie Talkies entre o nosso grupo.
Quando chegamos ao desvio para S.Braz, a maioria das crianças já estava a dormir com o rodar dos carros.
Finalmente montamos o acampamento e o Calulu de Peixe foi servido logo de seguida. Hummmm... melhor que isto não há! Boa comida, sol e praia...
Ao fim do dia as crianças ocuparam-se a apanhar galhos para a fogueira para depois do jantar. A ansiedade foi grande. Parecia noite de Natal em que esperavam acabar a ceia para abrirem os presentes.
À noite estava fresca. Sensação agradável dentro da tenda. Ouvia-se o rebentar das ondas. O vento levantava a areia que batia de leve nas paredes da tenda parecendo chocalhinhos.
De manhã cedo, – não me perguntem que horas eram!! – o dia mal tinha clareado,... momentos únicos para fotos.
Foram duas noites seguidas no acampamento. Ao fim da manhã do segundo dia, as 11 menos 20, começamos a levantar o acampamento. As 13H12 foi a hora da nossa partida.
... connosco, a vontade de repetir este fim de semana...
quarta-feira, 25 de junho de 2008
No dia da partida...

Cape Town, 15 de Junho de 2008. Domingo. 7h55. Partida para Windhoek. Destino Luanda.
Sou quase a última a subir para o avião. A fila ainda está longa a minha frente. Já não vejo a minha equipa; provavelmente já subiu toda para o avião.
Do meu Ipod sái o poderoso som de Yanni, “Nostalgy”.
Está a amanhecer. A chuva cái de leve na pista. Não faz frio, nem vento exagerado.
Os meus passos são lentos. Subo as escadas devagar... Olho para trás... um último olhar sobre tudo o que estou a deixar aqui e sobre tudo o que levo comigo.
Não sei se vou voltar a Cape Town, nem se algum dia irei voltar a cruzar com as mesmas pessoas ou a passar pelas mesmas experiências, mas tenho a certeza que esta última semana ficou gravada em mim.
Sou quase a última a subir para o avião. A fila ainda está longa a minha frente. Já não vejo a minha equipa; provavelmente já subiu toda para o avião.
Do meu Ipod sái o poderoso som de Yanni, “Nostalgy”.
Está a amanhecer. A chuva cái de leve na pista. Não faz frio, nem vento exagerado.
Os meus passos são lentos. Subo as escadas devagar... Olho para trás... um último olhar sobre tudo o que estou a deixar aqui e sobre tudo o que levo comigo.
Não sei se vou voltar a Cape Town, nem se algum dia irei voltar a cruzar com as mesmas pessoas ou a passar pelas mesmas experiências, mas tenho a certeza que esta última semana ficou gravada em mim.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
...Tudo Pode Acontecer
Eu sei,
tudo pode acontecer
Eu sei,
O nosso amor não vai morrer
Vou pedir,
aos Céus
Você aqui comigo
Vou jogar,
no mar
Flores pra te encontrar
Não sei,
porque você disse adeus
Guardei,
o beijo que você me deu
Vou pedir,
aos Céus
Você aqui comigo
Vou jogar,
no mar
Flores pra te encontrar
(Pápas da Língua)
tudo pode acontecer
Eu sei,
O nosso amor não vai morrer
Vou pedir,
aos Céus
Você aqui comigo
Vou jogar,
no mar
Flores pra te encontrar
Não sei,
porque você disse adeus
Guardei,
o beijo que você me deu
Vou pedir,
aos Céus
Você aqui comigo
Vou jogar,
no mar
Flores pra te encontrar
(Pápas da Língua)
Brilho do Olhar - Vou Procurar
Quando a noite cái
E sorri para o meu olhar
Dá-me uma vontade de correr para o mar
E ir parar em qualquer lugar
Então o meu pensamento voa
Em direcção ao teu ser
Não podes ser apenas a razão
A razão do meu viver
Porque eu quero saber
Afinal por quem eu ando a lutar
Se pelo sol,
Se pelo mar,
Ou pelo brilho do teu olhar
Já não sei mais o que fazer
Se sorrir, chorar ou morrer
Ou continuar a procurar
Pelo brilho do teu olhar
Vou procurar
No fundo do mar
O que me faz sonhar
Estremece o teu ser
Emana no ar
O brilho do teu olhar
Eu que sempre volto atrás
A chuva comigo sempre a bater
Os dias são tão curtos e cinzentos
São um eterno anoitecer
Então seguindo o mesmo caminho
Já nem recordações
Não posso crer
Que continuo
A viver só de ilusões
Porque eu quero saber
Afinal por quem eu ando a lutar
Se pelo sol,
Se pelo mar,
Ou pelo brilho do teu olhar
Já não sei mais o que fazer
Se sorrir, chorar ou morrer
Ou continuar a procurar
Pelo brilho do teu olhar
Vou procurar
No fundo do mar
O que me faz sonhar
Estremece o teu ser
Emana no ar
O brilho do teu olhar
10:12
Oiço-te assobiar do lado de fora... Corro para a janela, mas tu não estás... e das duas vezes acontece exactamente igual!!! Até que da terceira vez... lá estás tu, pousado na janela a olhar para mim! Assobiaste baixinho e levantaste voo.
Acredito que és tu, que me vieste ver,... e pediste-me desculpa porque hoje cedo não deu para me ires visitar na janela de casa, como sempre acontece, porque tens outras pessoas pra visitar...
Sempre no meu coração
E sorri para o meu olhar
Dá-me uma vontade de correr para o mar
E ir parar em qualquer lugar
Então o meu pensamento voa
Em direcção ao teu ser
Não podes ser apenas a razão
A razão do meu viver
Porque eu quero saber
Afinal por quem eu ando a lutar
Se pelo sol,
Se pelo mar,
Ou pelo brilho do teu olhar
Já não sei mais o que fazer
Se sorrir, chorar ou morrer
Ou continuar a procurar
Pelo brilho do teu olhar
Vou procurar
No fundo do mar
O que me faz sonhar
Estremece o teu ser
Emana no ar
O brilho do teu olhar
Eu que sempre volto atrás
A chuva comigo sempre a bater
Os dias são tão curtos e cinzentos
São um eterno anoitecer
Então seguindo o mesmo caminho
Já nem recordações
Não posso crer
Que continuo
A viver só de ilusões
Porque eu quero saber
Afinal por quem eu ando a lutar
Se pelo sol,
Se pelo mar,
Ou pelo brilho do teu olhar
Já não sei mais o que fazer
Se sorrir, chorar ou morrer
Ou continuar a procurar
Pelo brilho do teu olhar
Vou procurar
No fundo do mar
O que me faz sonhar
Estremece o teu ser
Emana no ar
O brilho do teu olhar
10:12
Oiço-te assobiar do lado de fora... Corro para a janela, mas tu não estás... e das duas vezes acontece exactamente igual!!! Até que da terceira vez... lá estás tu, pousado na janela a olhar para mim! Assobiaste baixinho e levantaste voo.
Acredito que és tu, que me vieste ver,... e pediste-me desculpa porque hoje cedo não deu para me ires visitar na janela de casa, como sempre acontece, porque tens outras pessoas pra visitar...
Sempre no meu coração
A Estrela Que Mais Brilhar
Como é difícil,
Ter que te deixar partir
Abraçar-te e resistir
Dizer adeus, despedir-me
É impossível
Deixar-te e não sofrer
Sorrir para não chorar
Pois em todo o meu caminho
O teu amor vai-me guiar
É contigo que eu vou sempre estar
Dentro do meu coração
Nada vai nos separar
Não há distância para o amor
E se a saudade apertar
Vou procurar no céu
A estrela que mais brilhar,
Será o teu olhar.
Ter que te deixar partir
Abraçar-te e resistir
Dizer adeus, despedir-me
É impossível
Deixar-te e não sofrer
Sorrir para não chorar
Pois em todo o meu caminho
O teu amor vai-me guiar
É contigo que eu vou sempre estar
Dentro do meu coração
Nada vai nos separar
Não há distância para o amor
E se a saudade apertar
Vou procurar no céu
A estrela que mais brilhar,
Será o teu olhar.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Aniversário da Avó
Uma postagem especial para a minha Avó, no dia dos seus 80 anos. Muitos abraços, os pratos preferidos da Avó,... (rs) e muitas dúvidas entre os netos em qual seria o seu lugar na fila pros beijinhos (rs)!!“Mãe! Mãezinha querida,
Hoje é um dia de muita alegria, um dia especial, são 80 anos, Mãe! Uma vida de muita luta, tristeza, desespero, mas também de muita alegria, afinal nós nascemos de si, só isso já é motivo de muita alegria. Os seus filhos, foi a recompensa Divina pela sua luta, e aqui estamos para compartilhar consigo os momentos bons e maus.
Hoje é uma dia de muita emoção, lágrimas rolarão mas faz parte do momento, é inevitável.
Ao comemorarmos estas datas, não conseguimos deixar de pensar nas pessoas queridas que já não estão entre nós fisicamente, embora possamos sentir sua presença, em qualquer momento das nossas vidas.
Mãe, sempre foste uma mãe maravilhosa, uma mãe corajosa e sempre disposta a ajudar e a proteger os seus filhos. Grandes momentos, maravilhosos e tristes passamos. Foram muitos os dissabores, mas sempre conseguimos superar e mantermo-nos unidos.
Mãe, criaste uma família, embora pequena, mas de grande valor, sem nome, mas com uma coroa de realeza, Maria Mãe. Nós somos a tua família, teus filhos, netos, bisnetos e outros familiares, que contigo hoje compartilham esta data maravilhosa.
Mãe, 80 anos é uma vida!!
A vida é como um cofre, só que com muitos mais números. Existe uma combinação correcta de pensamentos e acções que levam a conseguirmos quase tudo que realmente quisermos e cada um de nós pode descobrir esta combinação se nos dedicarmos a procurar. É um destino real, esse destino que não faz perguntas e não aceita réplicas.
É bom sabermos que a Família é muito importante, uma das maiores preciosidades que cada um de nós tem. Uma família unida é o nosso refúgio, desabafo e amparo. Por isso, é tão importante que o amor de Deus esteja sempre presente em nossas vidas e lares, como sempre nos ensinaste. Com as bênçãos Divinas, a harmonia reina e reinará sempre em nós.
Fomos feitos pelo amor e para o amor. Amar é a essência da vida.
Muita gente, porém, pensa que o amor é tão somente um sentimento que brota de forma natural, sem que seja necessário fazer coisa alguma. Não é verdade! Amar é, antes de tudo, um acto de vontade. É necessário querer amar. É preciso tomar a decisão de amar de expressar amor pelas pessoas com quem convivemos. Precisamos traduzir o amor em gestos e palavras. Amar é antes de tudo, um acto de vontade.
Mãe! Nós amamos-te e desejamos-te muitas felicidades, saúde, amor e paz.
Muitos parabéns, Querida Mãe!”
Natália Sampaio
Aniversário de sua Mãe
17/02/2008
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Amanda & Amorel

Lembram-se desta mensagem? Para alguns já partilhei por mail. Eu sei, faz muito tempo. Mas quando uma amiga me diz que “tudo acabou” meio desanimada, meio desiludida, lembro-me sempre desta mensagem. Por isso, àqueles que estejam a passar por uma fase de fim... talvez seja o início de uma nova fase. Este é o mês do Amor... Nunca percam as esperanças.
Era uma vez um anjinho chamado AMOREL, muito distraído, que recebeu uma incumbência de Deus:
- AMOREL, acabo de inventar os humanos. Eles estão classificados como homem e mulher, cada um tem o seu par e já estão todos alinhados de par em par. Pegue esta bandeja de humanos e leve para que eles habitem a Terra.
Amorel ficou contente pois, há muito tempo, o Senhor não o chamava para tão nobre trabalho. O anjinho pegou a bandeja e ao virar uma esquina lá no céu, trombou com uma anjinha chamada Amanda.
A bandeja voou longe, e todos os casais de humanos se misturaram. Amorel e Amanda ficaram desesperados e foram contar para Deus o ocorrido e o Senhor falou:
- Vocês derrubaram, vocês juntarão!
Porém, parece que Deus se esqueceu que os anjinhos eram distraídos. E é por isso que a cada dia os casais se juntam e se separam. Os dois anjinhos, trabalham incessantemente para que os casais originais se encontrem.
O trabalho é muito difícil, tanto é, que por muitas vezes eles juntam casais errados, pois os humanos espalhados ficam inquietos e cobram o serviço dos anjinhos, o tempo todo.
Quando os humanos se mostram muito desesperados, os anjinhos unem dois desesperados, mas logo depois percebem o engano e os separam, e por muitas vezes, esta separação é brusca e dolorosa.
Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou mandar para si agora:
" Se é um humano, queremos pedir desculpas pela nossa distracção, pois errar não é só humano! Estamos a trabalhar com empenho, porém, sempre a contar com a ajuda de vocês. Não se desesperem, mas também não se isolem.
Tentem mostrar-se como são realmente, pois a medida que cada um mostrar o que é de verdade, vai tornar o nosso trabalho mais fácil.
Aproveitamos a oportunidade, para nos desculpar pelas separações abruptas, sabemos que elas geram muito transtorno, mas se nós o separamos de alguém, é porque em algum canto vimos alguém bem mais parecido, e por isso precisamos isolá-lo para facilitar o encontro. Fiquem com Deus.
Um beijo
Amorel e Amanda"
Era uma vez um anjinho chamado AMOREL, muito distraído, que recebeu uma incumbência de Deus:
- AMOREL, acabo de inventar os humanos. Eles estão classificados como homem e mulher, cada um tem o seu par e já estão todos alinhados de par em par. Pegue esta bandeja de humanos e leve para que eles habitem a Terra.
Amorel ficou contente pois, há muito tempo, o Senhor não o chamava para tão nobre trabalho. O anjinho pegou a bandeja e ao virar uma esquina lá no céu, trombou com uma anjinha chamada Amanda.
A bandeja voou longe, e todos os casais de humanos se misturaram. Amorel e Amanda ficaram desesperados e foram contar para Deus o ocorrido e o Senhor falou:
- Vocês derrubaram, vocês juntarão!
Porém, parece que Deus se esqueceu que os anjinhos eram distraídos. E é por isso que a cada dia os casais se juntam e se separam. Os dois anjinhos, trabalham incessantemente para que os casais originais se encontrem.
O trabalho é muito difícil, tanto é, que por muitas vezes eles juntam casais errados, pois os humanos espalhados ficam inquietos e cobram o serviço dos anjinhos, o tempo todo.
Quando os humanos se mostram muito desesperados, os anjinhos unem dois desesperados, mas logo depois percebem o engano e os separam, e por muitas vezes, esta separação é brusca e dolorosa.
Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou mandar para si agora:
" Se é um humano, queremos pedir desculpas pela nossa distracção, pois errar não é só humano! Estamos a trabalhar com empenho, porém, sempre a contar com a ajuda de vocês. Não se desesperem, mas também não se isolem.
Tentem mostrar-se como são realmente, pois a medida que cada um mostrar o que é de verdade, vai tornar o nosso trabalho mais fácil.
Aproveitamos a oportunidade, para nos desculpar pelas separações abruptas, sabemos que elas geram muito transtorno, mas se nós o separamos de alguém, é porque em algum canto vimos alguém bem mais parecido, e por isso precisamos isolá-lo para facilitar o encontro. Fiquem com Deus.
Um beijo
Amorel e Amanda"
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